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Com a Fé que tenho em Deus e Nossa Senhora e o carinho de vcs minhas amigas queridas,tinha certeza que a tristeza ia passar logo,estou bem melhor.Entrei em uma igreja rezei bastante,sai de lá calma,tranquila,sentindo uma paz enorme.Tbém tive oportunidade de conversar com algumas amigas no MSN,foi legal,deu para relaxar,distrair um pouco.Tem uma pessoinha muito especial que tem me dado muita atenção,me enche de carinho,isso tem feito um bem enorme. São nesses momentos que sinto oque qto sou querida,o qto as minhas amigas se preocupam comigo,vcs não imaginam o qto fiquei feliz com cada coments,cada coments lido era um sorriso.Obrigado pelo carinho,atenção,apoio dispensado a minha pessoa.O Findi chegou,então xô tristeza ...
Tenham todos um otimo findi
Postado por:
Mim Mesma às 01h25
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Ando com preguiça....desanimada.....chateada e isso tira um pouco a minha vontade de postar.Vontade de falar,desabafar eu tenho,falar tudo que está intalado,mais acho que no momento o silêncio é a melhor solução. A paulada as vezes é tão grande que a gente fica perdida,sem rumo.Ando desanimada não é só com o blog,com a net de um modo geral,apesar de viciada nesse mundinho virtual que já me trouxe muitas alegrias,horas e horas de muita gargalhada com amigos no MSN,momentos que ficarão para sempre guardados na minha memoria,mais como nem tudo são flores já passei por momentos que deixou muito triste.Estou muito magoada,logo passa pq com o carinho e atenção que meus amigos(a) dispensam a minha pessoa não tem baixo astral que resista...Adoro vcs minhas amigas
Postado por:
Mim Mesma às 00h09
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Final de semana foi tudo de bom,domingo dia das Mães dispensa comentário,nossa como me diverti.Final de semana como eu gosto bem frio,uma delicia. Muito bate papo,gargalhada,enfim muita farra.Estou cansada e com preguiça de digitar um texto de minha autoria vou postar hoje um texto da Martha Medeiros que recebi da amiga Lulu e achei lindo...
A MINHA FELICIDADE NÃO É A SUA
No mais recente livro de Carlos Moraes, o excelente "Agora Deus vai te pegar lá fora", há um trecho que uma mulher ouve a seguinte pergunta de um major: "Por que você não é feliz como todo mundo?" A que ela responde mais ou menos assim: "Como o senhor ousa dizer que não sou feliz? O que o senhor sabe do que eu digo para o meu marido depois do amor? E do que eu sinto quando ouço Vivaldi? E do que eu rio com meu filho? E por que mundos viajo quando leio Murilo Mendes? A sua felicidade, que eu respeito, não é a minha, major."
E assim é.
Temos a pretensão de decretar quem é feliz ou infeliz de acordo com nossa ótica particular, como se felicidade fosse algo que pudesse ser visualizado. Somos apresentados a alguém com olheiras profundas e imediatamente passamos a lamentar suas prováveis noites insones causadas por problemas tortuosos. Ou alguém faz uma queixa infantil da esposa e rapidamente decretamos que é um fracassado no amor, que se casamento deve ser um inferno, pobre sujeito.
É nestas horas que junto a ponto dos cinco dedos da mão e sacudo-a no ar, feito uma italiana indignada: mas que sabemos nós da vida dos outros catzo? Nossos momentos felizes se dão, quase todos, na intimidade, quando ninguém está nos vendo. O barulho da chave na porta, de madrugada, trazendo um adolescente de volta pra casa. O cálice de vinho oferecido por uma amiga com quem acabamos de fazer as pazes. Sentar-se no cinema, sozinho, para assistir ao filme tão esperado. Depois de anos com o coração em marcha lenta, rever um ex-amor e descobrir que ainda é capaz de sentir palpitações. Os acordos secretos que temos com filhos, netos, amigos.
A emoção provocada por uma frase de um livro. A felicidade de uma cura. E a infelicidade aceita como parte do jogo - ninguém é tão feliz quanto aquele que lida bem com suas precariedades. O que eu sei sobre aquele que parece radiante e aquela outra que parece à beira do suicídio? Eles podem parecer o que for e eu seguirei sem saber de nada, sem saber de onde eles extraem prazer e dor, como administram seus azedumes e seus êxtases, e muito menos por quanto anda a cotação de felicidade em suas vidas. Costumamos julgar roupas, comportamento, caráter - juízes indefectíveis que somos da vida alheia - mas é um atrevimento nos outorgar o direito de reconhecer, apenas pelas aparências, quem sofre e quem está em paz. A sua felicidade não é a minha, e a minha não é a de ninguém.
Não se sabe nunca o que emociona intimamente uma pessoa, a que ela recorre para conquistar serenidade, em quais pensamentos se ampara quando quer descansar do mundo, o quanto de energia coloca no que faz, e no que ela é capaz de desfazer para manter-se sã.
Toda felicidade é construída por emoções secretas. Podem até comentar sobre nós, mas nos capturar, só com a nossa permissão.
Postado por:
Mim Mesma às 00h32
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